sábado, 27 de fevereiro de 2010

não sei


"O que separa a alma do corpo não é a morte, é a vida."
Ora bem, eu tenho muito que pensar, muito que decidir. Queria não ser assim, queria ser como maior parte das pessoas, que não se importa com aquilo que lhe faz realmente feliz. E quando a perde chora e repara que afinal sempre era de valor. Gostava de sonhar alto, de dizer que o sonho aos poucos se está a concretizar. Amava dizer tudo aquilo que penso e tudo aquilo que sinto, palavra por palavra, mas, as palavras estão gastas. Ficou tudo para trás, desde criança. Tudo que vim a construir, cai, cai, a cada passo que dou. Migalhas que apanhei do chão e guardei na esperança de as plantar um dia desapareceram. Não percebo tanto medo da vida sem o amor e sem a esperança, não me percebo. Sinto-me como uma criança de 1 mês, que vai começar agora uma vida só que lá no fundo sabe que já viveu e que neste momento sofre. O sofrimento alargou-se e chegou à alma. Afinal é verdade, "O que separa a alma do corpo não é a morte, é a vida".
Desilusão

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