terça-feira, 29 de dezembro de 2009

n.


Sim minha gente tenho uma novidade, discuti com ela!
Já vai à semanas que andamos nisto, o primeiro sinal foi a rejeição de várias chamadas sem qualquer tipo de explicão. Resisti sem nada fazer, depois vens-me com desculpas atrás de desculpas, enfim.
Já tinhamos combinado a semana passada que iamos estar juntas, não estivemos porque estavas doente, tudo bem.
Hoje faço questão de te ligar para voltar a perguntar o que ias fazer e tu dizes-me simplesmente, na maior das calmas, "vou ao porto com, ...". Quer dizer ontem não esteve comigo porque estava doente e não queria ficar pior para a passagem de ano e hoje já vai para o porto(?) perguntei-lhe se vinha comigo à maia amanhã a primeira resposta foi um sim, agora, é um não, redondo.
Andas mesmo distante, andas a cagar para mim, para nos! Tenho vontade de chorar, vontade de gritar, tenho vontade que voltes. É difícil conseguires entre calar uns e outros?
Que companheira, disse-mos tanto uma à outra, já passamos por tanto, sabendo eu de tudo e tu de tudo.
Tenho medo que partas, tenho medo desta distância, tenho medo desta falta de atenção, eu tento, mas não posso ser a única, sabes bem.
Temos histórias iguais, iguais, iguais, histórias que ainda hoje nos marcam. Eu voltei a confiar em alguém, voltei a ter alguém para tudo, voltei a ter uma companheira, voltei a sentir a verdadeira amizade e agora, hoje, parece que tudo foi uma miragem na minha vida.
Sinto a tua falta, a falta da minha amiga que sempre que eu às 8:30h chegava à escola me dava um abraço, ou me elogiava, sinto a falta da tua companhia nas aulas, sinto a falta de almoçar contigo, sinto a falta de ir contigo embora, sinto a falta das tuas e só tuas loucuras que me mudava por completo quando estava em baixo, sinto o falta e a cima disto tudo da amizade, da nossa verdadeira amizade.
A presença física é mesmo importante mas neste momento não é isso que me ataca, é sim a presença do coração.
Com tristeza te digo, por favor amiga, não me faças sofrer.

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